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Capela de São João Batista

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Considerado o mais antigo templo de Ouro Preto, apresenta, em versão singela, características do estilo nacional português, da primeira fase do barroco mineiro. Acredita-se que nela o Padre João de Faria Fialho rezou a primeira missa da região, em 1699.
Construção: Início do século XVIII

Localização: Morro da Queimada, arredores de Ouro Preto
Informações: Paróquia de Santa Efigênia - (31) 3551-1257

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Capela de Sant’ Ana

A Capela de Sant’ Ana é uma das mais antigas capelas remanescentes da primitiva Vila Rica. Sua construção, datada de tempos anteriores a 1720, foi de iniciativa dos moradores do morro em que está situada - o morro de Sant'Ana, ou Morro da Queimada.

Sua obra composta em canga, possui nave, uma capela mor, sacristia, sem possuir torres. Não se sabe ao certo de quem é a autoria de seu projeto ou mesmo quem executou a construção.

Visitação: Para visitar a Capela é necessário consultar a paróquia de Santa Efigênia
Telefone: (31) 3551-5047
Missas: Domingos, às 9:00 h.

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Capela de Nossa Senhora da Piedade

A Capela de Nossa Senhora da Piedade foi erguida provavelmente por ricos proprietários de lavras na época do arraial do Ouro Podre. É classificada como capela de campo, típica de um arraial de grande pujança.

Não existem documentos relativos a ela, nesta época em que o território compreendido por Minas Gerais era subordinado ao bispado do Rio de Janeiro, não havendo, portanto, documentos que provem sequer a autorização da construção do pequeno templo.

Trata-se de uma das primeiras capelas construídas em Ouro Preto, provavelmente em 1720, data inscrita na peanha da cruz. Foi neste mesmo ano que aconteceu a revolta chefiada por Felipe dos Santos.

Sua fachada é simples, com uma porta e duas janelas. Não há torres e sim duas sineiras, mas apenas em uma delas há sino. Em seu interior encontram-se as imagens de São Sebastião e Nossa Senhora da Piedade, além do crucifixo.

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Capela do Bom Jesus das Flores do Taquaral

Construída em 1748 no arraial do Ouro Fino, em substituição à capela primitiva de taipa. Primeiramente sob invocação de Nossa Senhora do Pilar, teve seu nome alterado para Bom Jesus das Flores do Taquaral em 1855. Das primitivas capelas, é a que menos sofreu interferências de novos estilos de época. Apresenta magníficas pinturas ilusionistas nos forros da nave e capela-mor e talha característica do estilo joanino, da segunda fase do barroco mineiro.

Localização: Rodovia dos Inconfidentes, Km 4, Taquaral.
Telefone: (31) 3551-5047

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Capela de Nossa Senhora do Rosário de Padre Faria

Uma das mais bonitas capelas de Ouro Preto, a chamada Capela do Faria, tem seu orago dedicado a Nossa Senhora do Rosário. Uma irmandade do Rosário, que acolhia brancos e negros, teve seu início na Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias. Com o tempo, acabaram por decidir a construção do próprio templo, mas houve uma dissensão e os irmãos negros formaram uma nova irmandade. Era construída, assim, mais uma capela em Vila Rica - a Capela de Nossa Senhora do Rosário do Alto Cruz, hoje, mais conhecida como Santa Efigênia. A irmandade fez muitos pagamentos a partir do ano de 1733 até o fim da primeira metade do século XVIII. Existem duas referências de datas: a de 1750, no sino, e a de 1756, na cruz pontifícia. A cruz pontifícia possui três braços.O historiador Diogo de Vasconcellos propõe uma explicação para a presença da emblemática cruz. O papa Pio VI, através de três bulas, concedia privilégios e graças à capela. Daí, Diogo acredita que a cruz foi feita em comemoração a essa distinção.

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Capela de Nossa Senhora das Dores

A Irmandade de Nossa Senhora das Dores e Calvário, foi constituída em Ouro Preto, no ano de 1768. Seus fundadores eram portugueses, Irmãos da Irmandade Dolorosa de Braga, confraria autônoma filiada à Congregação do Oratório de Braga (São Filipe Neri). A cerimônia da imposição dos escapulários e coroa das Dores aos irmãos teve lugar, pela primeira vez, na Matriz de Antônio Dias em 1770 e, em acordo com a Irmandade do Santíssimo Sacramento de Antônio Dias, obtiveram o terreno de um velho cemitério, no qual começaram a edificação da Capela, concluída em 1788. A devoção de Nossa Senhora das Dores e sua irmandade gozavam de grande prestígio, e na primeira festa do escapulário estiveram presentes as personalidades mais importantes em Ouro Preto, entre elas o Conde de Valladares, o carregador da Comarca, o Intendente da Real Casa de Fundição, o Provedor da Fazenda Real, representantes do clero, da nobreza e do povo. A Capela recebeu apoio financeiro através de doações importantes. Não se tem conhecimento de dados sobre a história da construção.

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Capela de São Sebastião

A sineira lateral, destacada do corpo da capela, representa uma inovação em relação às construções anteriores, que seguiam o padrão arquitetônico maneirista em suas fachadas: porta principal, duas janelas e óculo.
Construção: Século XVIII

Localização: Morro de São Sebastião
Informações: Paróquia do Pilar (31) 3551-4735

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Capela do Senhor do Bonfim

As lendas a respeito da história da capela do Bonfim são bastante obscuras e tenebrosas. Segundo contam, trata-se da capela onde os condenados à forca ouviam a missa em favor de suas almas antes de subirem ao cadafalso, palco provavelmente da última missa que Felipe dos Santos assistiu antes de ter a condenação máxima. Possui uma fachada simples com três portas, não despertando interesse maior por parte de pesquisadores. O seu interior entretanto apresenta características peculiares em relação às demais capelas de Ouro Preto, não possuindo sacristia.
Construção: Início do século XVIII

Localização: Rua Antônio de Albuquerque - Pilar
Informações: Paróquia do Pilar (31) 3551-4735

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