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Matriz de Nossa Senhora do Pilar

sábado, 25 de outubro de 2008

A construção da Matriz do Pilar teve o objetivo de substituir o mais antigo templo de Vila Rica dedicado à Virgem do Pilar. O principal arrematante de sua edificação foi João Fernandes de Oliveira. Seu projeto é assinado pelo sargento-mor e engenheiro Pedro Gomes Chaves, no entanto a autoria do mesmo não é comprovada. A pintura da matriz do Pilar é atribuída aos pintores João de Carvalhais e Bernardo Pires. A construção da Igreja do Pilar é de iniciativa de duas Irmandades de brancos ricos: a do Santíssimo Sacramento e a de Nossa Senhora do Pilar, que decidiram construir sua Matriz na mesma época em que ocorriam as obras de outra Matriz de Ouro Preto, a da Conceição de Antônio Dias. A inauguração da Igreja em 1733 se deu antes mesmo do término da mesma.


Hoje a Igreja Matriz do Pilar é de grande relevância Nacional, não somente por toda riqueza existente em sua obra (a matriz é a segunda mais rica do Brasil), mas por possuir um dos mais completos arquivos documentais de Ouro Preto, o arquivo da Matriz, com documentações e registros importantes para a compreensão e estudo da história dos tempos áureos brasileiros. A matriz abriga o Museu de Arte Sacra, que reúne artefatos religiosos, peças sacras, prataria e vestimentas utilizadas em celebrações solenes de Vila Rica.

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Igreja das Mercês e Perdões (Mercês de Baixo)

A antiga capela do Bom Jesus dos Perdões foi doada no ano de 1760 pelo Padre José Fernandes Leite à Irmandade de Nossa Senhora das Mercês.

Devido a transferência da Irmandade de Nossa Senhora das Mercês da Matriz de Antônio Dias para a Capela do Bom Jesus dos Perdões, foram necessárias diversas reformas e obras para acomodação a seus novos desígnios, obtendo além de mudanças em sua estrutura um novo nome, Capela de Nossa Senhora das Mercês e do Bom Jesus dos Perdões, adquirindo mais tarde uma versão abreviada para Capela de Nossa Senhora das Mercês e Perdões.

Para a estruturação da capela foi contratado para o risco da nova capela-mor, Antonio Francisco Lisboa, sendo a mesma arrematada por Amaro José Nunes. Aleijadinho executou ainda nesta igreja as imagens de roca de São Pedro Nolasco e São Raimundo Nonato.

Ao longo dos anos diversas reformas foram realizadas na Igreja, como a substituição das paredes de taipas por alvenaria de pedra e a construção das torres, erguidas em momentos diferentes.

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Igreja de São Francisco de Assis

A iniciativa da construção da Igreja de São Francisco de Assis é da terceira Ordem da Penitência de São Francisco de Assis.


Nesta Igreja estão localizadas várias obras de Antonio Francisco Lisboa, incluindo as primeiras obras documentadas de Aleijadinho, enquanto escultor de baixos-relevos em pedra-sabão. Hoje estes trabalhos servem de referência para pesquisadores que estudam as características do estilo do artista.


Um merecido destaque deste incrível atrativo é a pintura do forro, autoria de Manuel da Costa Athaíde. É também do artista a série de painéis a óleo que decoram os quatro chanfros da nave e paredes da capela-mor, assim como as barras de pintura simulando azulejos. Estes trabalhos destacam-se por serem os mais importantes produzidos por Athaíde.

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Igreja de Santa Efigênia (Nossa Sra. dos Pretos do Alto da Cruz)

A igreja de Santa Efigênia foi construída no ano de 1736, mas a arrematação de sua construção só se deu no ano de 1785. Vários artistas trabalharam na obra, fato este comprovado em documentos e registros do santuário. Entre eles estão os nomes de Manoel Francisco Lisboa, Francisco Xavier de Brito, Manuel Gomes da Rocha, e o arrematante da obra, Antônio Coelho da Fonseca.

A igreja merece uma atenção histórica especial por tratar-se da célebre Igreja de Chico Rei, rei Africano que foi trazido ao Brasil na condição de escravo. Conta a história que foi Chico Rei, devoto da Santa Efigênia, quem mandou erguer um templo em culto à santa... uma igreja no alto do morro para ser vista por todos! As divisas para que a obra pudesse ser arrematada foram obtidas através do ouro extraído de uma mina arrendada por ele. Chico Rei utilizava-se do ouro retirado da mina para alforriar seus súditos.

Uma curiosidade do atrativo é a presença de um relógio em sua torre direita e somente um esboço do objeto na outra torre. A localização do templo é estratégica, no alto de um morro no bairro do Padre Faria o que proporciona o desfrute de uma bela paisagem de Ouro Preto.

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Matriz de Nossa Sra. da Conceição de Antônio Dias

A igreja Nossa Senhora da Conceição demorou 19 anos para ser construída e teve sua finalização no ano de 1746. O projeto de sua obra é de autoria de Manoel Francisco Lisboa (pai de Aleijadinho). A Igreja abriga em seu interior a cripta de seu projetista e o museu em homenagem a seu filho.


O túmulo de Aleijadinho também se encontra nesta Igreja. Segundo os guias locais, Aleijadinho antes de morrer pediu que seu sepulcro se desse embaixo do altar de Nossa Senhora da Boa Morte. Os visitantes podem ver seu jazigo que contém as seguintes inscrições: Aqui Jaz Antonio Francisco Lisboa, O Aleijadinho. 1738? a 1814.

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Igreja do Senhor Bom Jesus de Matozinhos


Não se sabe ao certo o ano do início e término da construção da Igreja do Bom Jesus do Matozinhos.

Sabe-se, no entanto, que sua obra foi dedicada a Santíssimos Corações de Jesus, Maria, José, Senhor dos Matozinhos e São Miguel e Almas, fato este comprovado através de documentos escritos por Tomás Antonio Gonzaga.

A grande relevância da obra destaca-se pelos trabalhos realizados por Aleijadinho e Athaíde nesta Igreja.

Sua portada merece destaque, sendo considerada uma das obras de maior importância na arte de Minas Gerais no período do século XVIII.

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Igreja de Nossa Senhora do Rosário

A igreja de Nossa Senhora do Rosário, localizada no Largo do Rosário, é considerada por especialistas como a representação máxima da expressão do barroco colonial mineiro.

Não se sabe ao certo qual foi o ano do inicio de sua obra, mas através de documentos sabe-se que no ano de 1762 sua construção encontrava-se bastante adiantada, informação esta baseada no testamento de José Pereira dos Santos.

A obra é de responsabilidade da irmandade Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, que realizou a construção de uma rua (hoje rua Getúlio Vargas) para a passagem da procissão do “Triunfo Eucarístico", realizada na cidade em 1733.

Devido a este benefício proporcionado à Vila Rica, a Irmandade adquiriu em troca o consentimento de uma ampla área para a construção da Igreja. Esta teria sofrido influência das igrejas de São Pedro dos Clérigos das cidades do Porto e Rio de Janeiro e da igreja de San Carlo Alle Quattro Fontane, de Francesco Boromini.

Possui um traçado circular, imponente, destacando-se na paisagem ouropretana com grande relevância.

Foi nesta capela que Chico Rei (rei africano), juntamente com seus patrícios surpreendeu Ouro Preto ao aparecer diante da capela com um vestuário extraordinário, e dançou o Congado, dança esta criada por ele.

Segundo descrição do IPHAN, “a obra é composta por planta elíptica, com corredores em torno da capela-mor e sacristia quadrangular na extremidade. O frontispício cilíndrico apresenta três arcos no primeiro pavimento, três portas sacadas no segundo, e, como coroamento, um frontão trilobado. O uso da cantaria se manifesta nas arcadas, entablamento, frontão, consolos e coruchéis que, em contraste com o branco do frontão e da cimalha que arremata o entablamento proporciona um efeito grandioso ao frontispício... “.

“Internamente a monumentalidade é conferida pelos elementos arquitetônicos, como as pilastras toscanas que delimitam o espaço interno da nave. Já os altares, executados entre 1784 e 1792, por Manuel Velasco e José Rodrigues da Silva, são de uma simplicidade extrema, predominando o aspecto pictórico. Em número de seis, estão sob a invocação dos santos da Irmandade de Rosário dos Pretos. Quanto à imaginária, as imagens de Santo Antônio da Núbia e São Benedito são atribuídas ao Padre Antônio Félix Lisboa, meio-irmão do Aleijadinho, mas sem prova documental".

Fonte: IPHAN

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Igreja de São Francisco de Paula

A Igreja São Francisco de Paula é a igreja barroca de Ouro Preto de construção mais recente. Possui uma excelente vista panorâmica da cidade, um verdadeiro cartão postal.

A data de início de sua construção é de 1804 e seu término se deu no ano de 1898. Especula-se que o grande tempo que durou sua obra foi devido à falta de recursos para o mesmo.

O projeto da construção é de autoria de Francisco Machado da Cruz, e a iniciativa da mesma foi da Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Paula. Um grande destaque da Igreja é uma imagem de São Francisco de Paula, obra de Aleijadinho.
Durante 14 anos (1980 a 1994) a Igreja esteve fechada para restauração. Hoje é aberta para celebração de missas e visitação.

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Igreja de São José

A Igreja São José destaca-se das demais Igrejas de Ouro Preto por possuir apenas uma torre que se ergue do terraço que a circunda. Este caráter singular da obra não estava na proposta de seu projeto original.

A execução do risco do altar mor é de autoria de Aleijadinho, tratando-se do primeiro trabalho registrado em documentos do artista neste campo.

Possui nave, capela-mor e sacristia, com acesso pelos corredores ao longo da capela-mor. Suas características remontam da arquitetura religiosa da segunda metade do século XVIII.

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Igreja de Nossa Senhora do Carmo

A construção da Igreja de Nossa Senhora do Carmo é uma iniciativa da Ordem Terceira do Carmo, do Rio de Janeiro. Possui em anexo a casa do noviciado que abriga hoje o Museu do Oratório, e um cemitério. O risco da planta é assinado por um irmão da Ordem, Manoel Francisco Lisboa. Trata-se de um dos últimos trabalhos do artista, que morreu no ano seguinte, em 1767.

A igreja em estilo rococó reúne na composição de seu santuário trabalhos de diversos artistas, entre eles Manoel da Costa Athaíde, o pintor italiano Ângelo Clerici, Antonio Francisco Lisboa e José Pereira dos Santos. Um destaque especial da obra está nos trabalhos do mestre Athaíde que desenhou no ano de 1813 o altar-mor, além dos dez painéis de azulejos, um dos poucos encontrados em Minas Gerais.

Os painéis, ilustrados com temas relativos à iconografia da Ordem do Carmo, são de pintura azul.

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Igreja das Mercês e Misericórdia (Mercês de Cima)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A obra teve inicio no ano de 1773, sendo iniciativa da Irmandade de Nossa Senhora das Mercês. O templo, construído no mesmo local onde existia uma capela, teve para execução dos trabalhos uma extensa lista de artistas.

A Igreja apresenta características do início do século XVIII, no entanto trata-se de um trabalho da segunda metade deste século.

O projeto do templo foi reformulado devido a adesão de uma torre única. O medalhão de ornamentação que está localizado em sua portada merece uma atenção especial, pois apresenta características atribuídas ao Mestre Aleijadinho.

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